
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
domingo, 26 de outubro de 2008
domingo, 19 de outubro de 2008
UERN DIVULGA EDITAL DO PSV 2009 PARA PREENCHER 2.220 VAGAS
A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), através da Comissão Permanente do Concurso Vestibular (Comperve), divulga o edital com as normas do Processo Seletivo Vocacionado (PSV/2009).
Serão oferecidas 2.220 vagas nos cursos de graduação da Uern. A inscrição no processo seletivo deverá ser efetuada a partir do dia 27 deste mês, e pode ser realizada de forma presencial (para candidatos pertencentes ao sistema de cotas) ou via Internet (para os demais candidatos).
O valor da taxa de inscrição será de R$ 100,00, que deverá ser depositado na conta 37.740-6, agência 0036-1, Banco do Brasil. Entretanto, será isento do valor da taxa o candidato que comprove ter cursado o ensino médio em escola pública e concluído no período de 2006 a 2008 ou ser aluno da 3.ª série do ensino médio de escola pública.
Também será isento da taxa de inscrição o candidato que comprove ser doador de sangue e tenha efetuado, no mínimo, três doações, no período de doze meses anteriores à data de publicação do edital do PSV/2009.
Além disso, terá dispensa de 50% do valor da taxa de inscrição o candidato que comprove ter cursado o ensino médio em escola pública e o ter concluído antes de 2006 ou ter concluído o ensino médio em escola privada, no período de 2006 a 2008, na condição de aluno bolsista, e o valor da bolsa sido inferior a 50% do valor da mensalidade escolar.
A inscrição via Internet deverá ser feita no endereço eletrônico www.uern.br, através do link Comperve, no período de dia 27 deste mês a 9 de novembro. Já, a inscrição presencial deverá ser efetuada no horário das 8h às 17h, no período de 27 a 31 de outubro, no campus central da Uern, ou nos campi avançados e nos núcleos avançados de educação superior.
No ato da inscrição, o candidato deverá entregar o comprovante de depósito do valor referente à taxa de inscrição, (para os candidatos que vão pagar a taxa), o Cadastro de Pessoa Física (CPF), Carteira de Identidade e histórico escolar ou comprovante que esteja curando o 3.º ano do ensino médio.
Os locais das provas serão divulgados até o dia 15 de janeiro de 2009, através do site www.uern.br. Já, as provas serão aplicadas nos dias 15 e 16 de fevereiro. O edital que regulamenta o PSV/2009 está disponível na página eletrônica da Uern.
FONTE: Jornal O MOSSOROENSE
Serão oferecidas 2.220 vagas nos cursos de graduação da Uern. A inscrição no processo seletivo deverá ser efetuada a partir do dia 27 deste mês, e pode ser realizada de forma presencial (para candidatos pertencentes ao sistema de cotas) ou via Internet (para os demais candidatos).
O valor da taxa de inscrição será de R$ 100,00, que deverá ser depositado na conta 37.740-6, agência 0036-1, Banco do Brasil. Entretanto, será isento do valor da taxa o candidato que comprove ter cursado o ensino médio em escola pública e concluído no período de 2006 a 2008 ou ser aluno da 3.ª série do ensino médio de escola pública.
Também será isento da taxa de inscrição o candidato que comprove ser doador de sangue e tenha efetuado, no mínimo, três doações, no período de doze meses anteriores à data de publicação do edital do PSV/2009.
Além disso, terá dispensa de 50% do valor da taxa de inscrição o candidato que comprove ter cursado o ensino médio em escola pública e o ter concluído antes de 2006 ou ter concluído o ensino médio em escola privada, no período de 2006 a 2008, na condição de aluno bolsista, e o valor da bolsa sido inferior a 50% do valor da mensalidade escolar.
A inscrição via Internet deverá ser feita no endereço eletrônico www.uern.br, através do link Comperve, no período de dia 27 deste mês a 9 de novembro. Já, a inscrição presencial deverá ser efetuada no horário das 8h às 17h, no período de 27 a 31 de outubro, no campus central da Uern, ou nos campi avançados e nos núcleos avançados de educação superior.
No ato da inscrição, o candidato deverá entregar o comprovante de depósito do valor referente à taxa de inscrição, (para os candidatos que vão pagar a taxa), o Cadastro de Pessoa Física (CPF), Carteira de Identidade e histórico escolar ou comprovante que esteja curando o 3.º ano do ensino médio.
Os locais das provas serão divulgados até o dia 15 de janeiro de 2009, através do site www.uern.br. Já, as provas serão aplicadas nos dias 15 e 16 de fevereiro. O edital que regulamenta o PSV/2009 está disponível na página eletrônica da Uern.
FONTE: Jornal O MOSSOROENSE
domingo, 12 de outubro de 2008
FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE CULTURA VOLTA A PAUTA EM 2009
A Fundação Municipal de Cultura deverá voltar à pauta de câmara municipal de vereadores em 2009 durante a realização do escambo livre de teatro de rua,o escambo contará com a presença de aproximadamente 500 artistas do Rio Grande do Norte e estados vizinhos,segundo o prefeito Salomão Gurgel o projeto da fundação de cultura será o primeiro a ir `a pauta na câmara municipal de vereadores,pois queremos proporcionar meios para que os artistas de janduis possa ter um instrumento de geração de emprego e renda.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
SOBRE O MESTRE DO TEATRO DO HUMOR

SOBRE CHARLES CHAPLIN
Com o personagem Carlitos, Charles Chaplin criou um estilo único, caracterizado pelo despojamento e pelo predomínio da imagem, apoiada pela mímica e pela expressão corporal. Carlitos desmistifica a falsa dignidade burguesa, identifica-se com os humildes e faz de seu criador um dos gênios do cinema.
Charles Spencer Chaplin nasceu em 16 de abril de 1889 em Londres. Ficou órfão de pai muito cedo e sua mãe sofreu repetidas internações em hospitais psiquiátricos, razão pela qual viveu grande parte da infância em orfanatos e mesmo nas ruas. Trabalhando em cafés-concertos, tornou-se conhecido como ator de pantomimas***. Durante uma turnê nos Estados Unidos foi visto por um produtor cinematográfico e, em dezembro de 1913, estreava como ator de cinema. Em breve passou a dirigir seus próprios filmes e em dois anos tornou-se uma personalidade nacional. O vagabundo de chapéu-coco, bigodinho, bengala e enormes sapatos conquistou o público e acumulou para seu criador considerável fortuna.
O personagem humilde e galante foi a figura central de dezenas de comédias curtas do cinema silencioso realizadas entre 1915 e 1923. São dessa fase alguns dos filmes que se tornaram clássicos do cinema, como Easy Street (1917; Rua da paz), The Immigrant (1917; O imigrante), A Dog's Life (1918; Vida de cachorro), The Kid (1921; O garoto) e The Pilgrim (1923; Pastor de almas). A partir de 1919, ano em que fundou a United Artists em sociedade com Mary Pickford, Douglas Fairbanks, David W. Griffith e William Hart, Chaplin fez filmes unicamente para essa produtora.
Entre os clássicos em longa-metragem que fez na United Artists figuram The Gold Rush (1925; Em busca do ouro); The Circus (1928; O circo); City Lights (1931; Luzes da cidade), considerado um dos maiores filmes de todos os tempos pela crítica internacional; Modern Times (1936; Tempos modernos); The Great Dictator (1940; O grande ditador); Monsieur Verdoux (1947; Senhor Verdoux); Limelight (1952; Luzes da ribalta); A King in New York (1957; Um rei em Nova York).
A vida sentimental do cineasta foi tempestuosa. Chaplin casou-se quatro vezes, três delas com estrelas de seus filmes, das quais se divorciou com escândalo: Mildred Harris, Lita Grey e Paulette Goddard. Em 1944, um ano depois de seu casamento com Oona, filha do dramaturgo Eugene O'Neill, foi processado pela suposta paternidade de um filho de Joan Barry. Viveu com Oona até a morte e com ela teve seis filhos.
O sucesso e a popularidade não impediram, porém, que Chaplin se incompatibilizasse com setores conservadores da sociedade americana, devido à irreverência de seus filmes, um dos quais, Shoulder Arms (1918; Ombro armas!), provocou protestos de pretensos patriotas. Pressionado pelo governo americano, o cineasta abandonou o país e passou a residir na Suíça a partir de 1952, no auge do macartismo. Em 1972 voltou aos Estados Unidos a convite, para receber um prêmio especial da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Em 1975 foi agraciado pela rainha Elizabeth II com o título de Sir. Morreu em Corsier-sur-Vevey, Suíça, em 25 de dezembro de 1977.
Com o personagem Carlitos, Charles Chaplin criou um estilo único, caracterizado pelo despojamento e pelo predomínio da imagem, apoiada pela mímica e pela expressão corporal. Carlitos desmistifica a falsa dignidade burguesa, identifica-se com os humildes e faz de seu criador um dos gênios do cinema.
Charles Spencer Chaplin nasceu em 16 de abril de 1889 em Londres. Ficou órfão de pai muito cedo e sua mãe sofreu repetidas internações em hospitais psiquiátricos, razão pela qual viveu grande parte da infância em orfanatos e mesmo nas ruas. Trabalhando em cafés-concertos, tornou-se conhecido como ator de pantomimas***. Durante uma turnê nos Estados Unidos foi visto por um produtor cinematográfico e, em dezembro de 1913, estreava como ator de cinema. Em breve passou a dirigir seus próprios filmes e em dois anos tornou-se uma personalidade nacional. O vagabundo de chapéu-coco, bigodinho, bengala e enormes sapatos conquistou o público e acumulou para seu criador considerável fortuna.
O personagem humilde e galante foi a figura central de dezenas de comédias curtas do cinema silencioso realizadas entre 1915 e 1923. São dessa fase alguns dos filmes que se tornaram clássicos do cinema, como Easy Street (1917; Rua da paz), The Immigrant (1917; O imigrante), A Dog's Life (1918; Vida de cachorro), The Kid (1921; O garoto) e The Pilgrim (1923; Pastor de almas). A partir de 1919, ano em que fundou a United Artists em sociedade com Mary Pickford, Douglas Fairbanks, David W. Griffith e William Hart, Chaplin fez filmes unicamente para essa produtora.
Entre os clássicos em longa-metragem que fez na United Artists figuram The Gold Rush (1925; Em busca do ouro); The Circus (1928; O circo); City Lights (1931; Luzes da cidade), considerado um dos maiores filmes de todos os tempos pela crítica internacional; Modern Times (1936; Tempos modernos); The Great Dictator (1940; O grande ditador); Monsieur Verdoux (1947; Senhor Verdoux); Limelight (1952; Luzes da ribalta); A King in New York (1957; Um rei em Nova York).
A vida sentimental do cineasta foi tempestuosa. Chaplin casou-se quatro vezes, três delas com estrelas de seus filmes, das quais se divorciou com escândalo: Mildred Harris, Lita Grey e Paulette Goddard. Em 1944, um ano depois de seu casamento com Oona, filha do dramaturgo Eugene O'Neill, foi processado pela suposta paternidade de um filho de Joan Barry. Viveu com Oona até a morte e com ela teve seis filhos.
O sucesso e a popularidade não impediram, porém, que Chaplin se incompatibilizasse com setores conservadores da sociedade americana, devido à irreverência de seus filmes, um dos quais, Shoulder Arms (1918; Ombro armas!), provocou protestos de pretensos patriotas. Pressionado pelo governo americano, o cineasta abandonou o país e passou a residir na Suíça a partir de 1952, no auge do macartismo. Em 1972 voltou aos Estados Unidos a convite, para receber um prêmio especial da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Em 1975 foi agraciado pela rainha Elizabeth II com o título de Sir. Morreu em Corsier-sur-Vevey, Suíça, em 25 de dezembro de 1977.
Algumas palavras e expressões teatrais
"ATO": divisão de uma peça
"BUFÃO": cômico super engraçado
"CINÉSICA": comunicação pelo gesto
"COADJUVANTE": ator que interpreta papéis secundários
"DIDASCÁLIAS": instruções dadas pelo autor da peça aos atores
"DRAMATURGO": autor de peças teatrais
"EPÍLOGO": introdução ao tema central de uma peça
"INTERLÚDIO": intervalo entre partes de uma peça
"MAMBEMBE": grupo teatral amador
"PANTOMINA": peça em que os atores se manifestam só por gestos
"PAROXISMO": auge dramático de uma peça
"PONTO": pessoa que, escondida, lê trechos da peça para ajudar os atores
"PROTAGONISTA": personagem principal da peça
"RETÓRICA": arte de bem falar
"SONOPLASTIA": reconstituição dos sons e ruídos
"PROSCÊNIO": espaço entre o pano e a platéia
"RIBALTA": série de lâmpadas situadas no proscênio
"COXIA": bastidores do teatro
"CONTRA-REGRA": pessoa encarregada em marcar ensaios, responsável por figurinos, cenário, etc...
"SUBTEXTO": texto desenvolvido pelo ator para ajudar na composição dos sentimentos e emoções daquela parte da peça.
"BUFÃO": cômico super engraçado
"CINÉSICA": comunicação pelo gesto
"COADJUVANTE": ator que interpreta papéis secundários
"DIDASCÁLIAS": instruções dadas pelo autor da peça aos atores
"DRAMATURGO": autor de peças teatrais
"EPÍLOGO": introdução ao tema central de uma peça
"INTERLÚDIO": intervalo entre partes de uma peça
"MAMBEMBE": grupo teatral amador
"PANTOMINA": peça em que os atores se manifestam só por gestos
"PAROXISMO": auge dramático de uma peça
"PONTO": pessoa que, escondida, lê trechos da peça para ajudar os atores
"PROTAGONISTA": personagem principal da peça
"RETÓRICA": arte de bem falar
"SONOPLASTIA": reconstituição dos sons e ruídos
"PROSCÊNIO": espaço entre o pano e a platéia
"RIBALTA": série de lâmpadas situadas no proscênio
"COXIA": bastidores do teatro
"CONTRA-REGRA": pessoa encarregada em marcar ensaios, responsável por figurinos, cenário, etc...
"SUBTEXTO": texto desenvolvido pelo ator para ajudar na composição dos sentimentos e emoções daquela parte da peça.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
TRABALHO INFANTIL

Verifica-se que o combate ao trabalho infantil é um dos pontos centrais em qualquer estratégia que tenha por objetivo a melhora dos indicativos sociais e redução da pobreza. A criança que trabalha quase sempre o faz em detrimento da escola, o que gera um adulto com baixa qualificação e que encontrará maiores dificuldades para competir no mercado de trabalho. Com isso, o indivíduo adulto vê escassas suas chances de ascensão social, passa a viver sob a sombra do desemprego e, muitas vezes, termina por introduzir seus próprios filhos precocemente no trabalho com a finalidade de ajudar a garantir o sustento da família. Os fatores determinantes do trabalho infantil são muitos. A pobreza crescente das populações do Terceiro Mundo é apontada como causa principal, seguido da deficiência do sistema educacional; da dificuldade e do descaso dos poderes públicos no controle e aplicação das leis de proteção ao trabalho infantil; das vantagens econômicas dos empregadores que se utilizam dessa mão-de-obra; da mentalidade dos pais que consideram o trabalho preferível à escolarização por ser "educativo e rentável"; da omissão dos organismos sindicais por tratar-se de setores não-organizados da economia e da indiferença da população em geral que vê o trabalho infantil, principalmente entre os pobres, como a única chance de vida. Há uma necessidade urgente de se fazer valer os direitos desses pequenos cidadãos para que reflita em sua fase adulta e para garantir esses direitos isto significa, termos esforços mais construtivistas na busca de relações mais sadias, além da coragem de denunciar o nosso fracasso, com abertura para questionarmos e criticarmos. Sabemos que este caminho é árduo, difícil, cheio de espinhos, porém, os povos do mundo todo, especialmente aqueles do terceiro mundo, esperam alcançar sua dimensão de seres humanos integrais e não ser mais a humanidade submergida. O desafio brasileiro, por conta de nossa escala geográfica e nossa cultura, que ainda reflete heranças históricas de escravidão, é muito grande. Mas, apesar do relativo avanço, é preciso que haja maior compromisso por parte de outros órgãos, como as Varas da Infância e da Juventude, o MP, as Delegacias do Trabalho, o Ministério do Trabalho, a sociedade em geral e entre outros, no combate á violação dos direitos dessas crianças e adolescentes. Desafiar significa romper com o paradigma de nossa paciência histórica. Se não ultrapassarmos nossos esforços cotidianos de toda a sociedade, para que tenhamos desenvolvimento correto e integral, seremos apenas paliativos, para que a realidade não doa. Enquanto existirem crianças sendo exploradas, não teremos uma sociedade verdadeiramente justa!!
Em homenagem as eleições municipais que estão acontecendo em todo pais


Perfeição
Legião Urbana
Composição: Renato Russo
Vamos celebrarA estupidez humanaA estupidez de todas as naçõesO meu país e sua corjaDe assassinosCovardes, estupradoresE ladrões...Vamos celebrarA estupidez do povoNossa polícia e televisãoVamos celebrar nosso governoE nosso estado que não é nação...Celebrar a juventude sem escolasAs crianças mortasCelebrar nossa desunião...Vamos celebrar Eros e TanatosPersephone e HadesVamos celebrar nossa tristezaVamos celebrar nossa vaidade...Vamos comemorar como idiotasA cada fevereiro e feriadoTodos os mortos nas estradasOs mortos por faltaDe hospitais...Vamos celebrar nossa justiçaA ganância e a difamaçãoVamos celebrar os preconceitosO voto dos analfabetosComemorar a água podreE todos os impostosQueimadas, mentirasE seqüestros...Nosso casteloDe cartas marcadasO trabalho escravoNosso pequeno universoToda a hipocrisiaE toda a afetaçãoTodo roubo e toda indiferençaVamos celebrar epidemiasÉ a festa da torcida campeã...Vamos celebrar a fomeNão ter a quem ouvirNão se ter a quem amarVamos alimentar o que é maldadeVamos machucar o coração...Vamos celebrar nossa bandeiraNosso passadoDe absurdos gloriososTudo que é gratuito e feioTudo o que é normalVamos cantar juntosO hino nacionalA lágrima é verdadeiraVamos celebrar nossa saudadeComemorar a nossa solidão...Vamos festejar a invejaA intolerânciaA incompreensãoVamos festejar a violênciaE esquecer a nossa genteQue trabalhou honestamenteA vida inteiraE agora não tem maisDireito a nada...Vamos celebrar a aberraçãoDe toda a nossa faltaDe bom sensoNosso descaso por educaçãoVamos celebrar o horrorDe tudo istoCom festa, velório e caixãoTá tudo morto e enterrado agoraJá que também podemos celebrarA estupidez de quem cantouEssa canção...Venha!Meu coração está com pressaQuando a esperança está dispersaSó a verdade me libertaChega de maldade e ilusãoVenha!O amor tem sempre a porta abertaE vem chegando a primaveraNosso futuro recomeçaVenha!Que o que vem é Perfeição!...
Legião Urbana
Composição: Renato Russo
Vamos celebrarA estupidez humanaA estupidez de todas as naçõesO meu país e sua corjaDe assassinosCovardes, estupradoresE ladrões...Vamos celebrarA estupidez do povoNossa polícia e televisãoVamos celebrar nosso governoE nosso estado que não é nação...Celebrar a juventude sem escolasAs crianças mortasCelebrar nossa desunião...Vamos celebrar Eros e TanatosPersephone e HadesVamos celebrar nossa tristezaVamos celebrar nossa vaidade...Vamos comemorar como idiotasA cada fevereiro e feriadoTodos os mortos nas estradasOs mortos por faltaDe hospitais...Vamos celebrar nossa justiçaA ganância e a difamaçãoVamos celebrar os preconceitosO voto dos analfabetosComemorar a água podreE todos os impostosQueimadas, mentirasE seqüestros...Nosso casteloDe cartas marcadasO trabalho escravoNosso pequeno universoToda a hipocrisiaE toda a afetaçãoTodo roubo e toda indiferençaVamos celebrar epidemiasÉ a festa da torcida campeã...Vamos celebrar a fomeNão ter a quem ouvirNão se ter a quem amarVamos alimentar o que é maldadeVamos machucar o coração...Vamos celebrar nossa bandeiraNosso passadoDe absurdos gloriososTudo que é gratuito e feioTudo o que é normalVamos cantar juntosO hino nacionalA lágrima é verdadeiraVamos celebrar nossa saudadeComemorar a nossa solidão...Vamos festejar a invejaA intolerânciaA incompreensãoVamos festejar a violênciaE esquecer a nossa genteQue trabalhou honestamenteA vida inteiraE agora não tem maisDireito a nada...Vamos celebrar a aberraçãoDe toda a nossa faltaDe bom sensoNosso descaso por educaçãoVamos celebrar o horrorDe tudo istoCom festa, velório e caixãoTá tudo morto e enterrado agoraJá que também podemos celebrarA estupidez de quem cantouEssa canção...Venha!Meu coração está com pressaQuando a esperança está dispersaSó a verdade me libertaChega de maldade e ilusãoVenha!O amor tem sempre a porta abertaE vem chegando a primaveraNosso futuro recomeçaVenha!Que o que vem é Perfeição!...
Endereço da representação de ministério da cultura no nordeste
ESTADOS DO NORDESTEPRONAC/NordesteRepresentação Regional no NordesteRua Domingos José Martins, nº.227Bairro Recife Antigo.CEP: 50030-200Recife - PE
Atendimento ao Público:Dias e horário: segunda e quarta-feira, das 14h às 18hterça, quinta e sexta-feira: das 09h às 13hTelefone: (81) 3424.5991/ 3424-7611/ 3224-5505E.mail.: andrea.lima@minc.gov.br
Atendimento ao Público:Dias e horário: segunda e quarta-feira, das 14h às 18hterça, quinta e sexta-feira: das 09h às 13hTelefone: (81) 3424.5991/ 3424-7611/ 3224-5505E.mail.: andrea.lima@minc.gov.br
terça-feira, 23 de setembro de 2008
HOMENAGEM AO MESTRE DADÁ
19 DE SETEMBRO DIA DO TEATRO AMADOR

19 DE SETEMBRO
DIA DO TEATRO
O TEATRO E SUA ORIGEM
Do ponto de vista histórico e com os elementos que conhecemos na atualidade, poderíamos dizer que o teatro nasceu na Antiga Grécia, embora pesquisas recentes venham demonstrar que muito antes, os egípcios, os indianos e os chineses já o praticavam. Não se pode negar que a cultura oriental é muito consistente, mas, embora o Oriente praticasse teatro antes dos gregos, essa prática acontecia primitivamente em forma de rituais religiosos.
Percebe-se, porém, que a Grécia Antiga herdou esses rituais. Entretanto, não podemos negar que foi justamente nesse país que esses primitivos rituais, foram, ao longo dos anos, se transformando, tomando novas formas como festividades e atividades culturais, até determinar os cultos teatrais como forma de representação e arte, a qual conhecemos hoje.
Quanto ao termo, Magaldi (1986) enfoca que: “a etimologia grega de teatro dá ao vocábulo o sentido de miradouro, lugar de onde se vê”, entendendo-se desta maneira, que o sentido primitivo da palavra teatro estava relacionado estritamente com a idéia de visão.
O teatro originou-se basicamente de três festividades: a) dos mistérios de Delos; b) da louvação às divindades Quintelanas - Elêusis, Demótes e Proserpina; e c) do culto a Dionísio. Sendo que esta última é a mais provável, segundo estudos históricos e antropológicos já realizados. Sabe-se que uma vez por ano, justamente por ocasião das vindimas, prestavam-se homenagem ao deus Dionísio; deus da uva e do vinho, da embriaguez e da fertilidade. Geralmente, nesses cultos sacrificava-se um animal, mais precisamente um bode, que por sua vez, significa tragos em grego, de onde surge etimologicamente a palavra Tragédia. Comumente ao som da música de flautas, as bacantes dançavam em honra ao deus Dionísio, juntando-se aos sátiros, também dançarinos que imitavam bodes, que, para a cultura grega da época, significavam os companheiros do deus. Depois de algumas horas, já embriagados, entregavam-se com entusiasmo a esse frenesi, esse culto, a esse verdadeiro espetáculo. Nessas condições, o teatro tem notadamente origem religiosa e campestre.
Com o passar do tempo, o próximo passo foi a organização de procissões que se tornaram muito mais religiosas do que profanas. Essas procissões tinham caráter comum, onde todos os celebrantes se juntavam tendo à frente jovens que cantavam um hino improvisado, chamado ditirambo. Para Boal (1983), “teatro era o povo cantando livremente ao ar livre: o povo era o criador e o destinatário do espetáculo teatral, que se podia então chamar “canto ditirâmbico”, e assim giravam em torno do altar do deus, agradecendo pela colheita da uva, e pelo sexo que significava a fertilidade da vida. E foi exatamente desse coro, do contraste entre o espírito Dionisíaco e Apolíneo, que nasceram a Tragédia e a Comédia.
Em seguida o coro separou-se do recitador, nesse momento crucial da história do teatro havia nascido o primeiro ator. Contudo, na procissão já se podia constatar três artes: o canto, a dança e a atuação. Nesse caso, à frente vinha o Corifeu - de onde surge a palavra Coro - vestido com pele de bode, e todo o resto do grupo respondia ao ditirambo, atuando como um verdadeiro balé litúrgico, numa fusão do trágico e do cômico.
E assim constituiu-se a Tragédia: o ator e o coro se respondem cantando, em seguida, o ator fala e o coro canta, e posteriormente o ator dialoga com o Corifeu, representante do coro. Vale salientar que nesse momento embrionário da Tragédia não havia atos nem intervalos, sendo a mesma composta de partes dialogadas e partes faladas.
Poderíamos fazer aqui uma relação com o Círio de Nazaré, quando todos os anos, numa determinada época, o povo se reúne para louvar a sua Santa (deusa) Virgem de Nazaré, neste caso, com características próprias de uma cultura contemporânea de início do século XXI. É interessante saber que apesar da distância cronológica, momentos semelhantes existem entre essas duas manifestações religiosas, como por exemplo: o vigário tomando o lugar do Corifeu, quando diz uma estrofe de uma oração, e o povo respondendo conseqüentemente, representando o coro.
Os três grandes trágicos gregos foram: Ésquilo, Sófocles e Eurípedes. Théspis foi o criador do teatro ambulante, o qual conhecemos hoje como teatro mambembe, mas infelizmente todos os seus textos se perderam. Também foi ele quem inventou as máscaras. Representava seus papéis trágicos inicialmente pintando o rosto com matéria-prima da época, depois cobrindo o rosto com folhas de árvores, em seguida introduziu o uso de verdadeiras máscaras.
Chegou um momento em que o Estado tomou para si a organização do teatro na Antiga Grécia, onde instituiu concursos entre os poetas dramáticos - mais conhecidos atualmente como dramaturgos - contudo, este intento objetivava não somente divertir a população, mas por outro lado, servia também como um meio de propaganda política e ideológica, visto que na época “os tiranos empregam a arte não só como meio de adquirir glória y como instrumento de propaganda, mas também como ópio para aturdir seus súditos”, Hauser (1968). Em conseqüência, o povo imediatamente acolheu essa forma artística, que se tornou milenar no momento atual da história do homem.
Autor: Romualdo Rodrigues Palhano
DIA DO TEATRO
O TEATRO E SUA ORIGEM
Do ponto de vista histórico e com os elementos que conhecemos na atualidade, poderíamos dizer que o teatro nasceu na Antiga Grécia, embora pesquisas recentes venham demonstrar que muito antes, os egípcios, os indianos e os chineses já o praticavam. Não se pode negar que a cultura oriental é muito consistente, mas, embora o Oriente praticasse teatro antes dos gregos, essa prática acontecia primitivamente em forma de rituais religiosos.
Percebe-se, porém, que a Grécia Antiga herdou esses rituais. Entretanto, não podemos negar que foi justamente nesse país que esses primitivos rituais, foram, ao longo dos anos, se transformando, tomando novas formas como festividades e atividades culturais, até determinar os cultos teatrais como forma de representação e arte, a qual conhecemos hoje.
Quanto ao termo, Magaldi (1986) enfoca que: “a etimologia grega de teatro dá ao vocábulo o sentido de miradouro, lugar de onde se vê”, entendendo-se desta maneira, que o sentido primitivo da palavra teatro estava relacionado estritamente com a idéia de visão.
O teatro originou-se basicamente de três festividades: a) dos mistérios de Delos; b) da louvação às divindades Quintelanas - Elêusis, Demótes e Proserpina; e c) do culto a Dionísio. Sendo que esta última é a mais provável, segundo estudos históricos e antropológicos já realizados. Sabe-se que uma vez por ano, justamente por ocasião das vindimas, prestavam-se homenagem ao deus Dionísio; deus da uva e do vinho, da embriaguez e da fertilidade. Geralmente, nesses cultos sacrificava-se um animal, mais precisamente um bode, que por sua vez, significa tragos em grego, de onde surge etimologicamente a palavra Tragédia. Comumente ao som da música de flautas, as bacantes dançavam em honra ao deus Dionísio, juntando-se aos sátiros, também dançarinos que imitavam bodes, que, para a cultura grega da época, significavam os companheiros do deus. Depois de algumas horas, já embriagados, entregavam-se com entusiasmo a esse frenesi, esse culto, a esse verdadeiro espetáculo. Nessas condições, o teatro tem notadamente origem religiosa e campestre.
Com o passar do tempo, o próximo passo foi a organização de procissões que se tornaram muito mais religiosas do que profanas. Essas procissões tinham caráter comum, onde todos os celebrantes se juntavam tendo à frente jovens que cantavam um hino improvisado, chamado ditirambo. Para Boal (1983), “teatro era o povo cantando livremente ao ar livre: o povo era o criador e o destinatário do espetáculo teatral, que se podia então chamar “canto ditirâmbico”, e assim giravam em torno do altar do deus, agradecendo pela colheita da uva, e pelo sexo que significava a fertilidade da vida. E foi exatamente desse coro, do contraste entre o espírito Dionisíaco e Apolíneo, que nasceram a Tragédia e a Comédia.
Em seguida o coro separou-se do recitador, nesse momento crucial da história do teatro havia nascido o primeiro ator. Contudo, na procissão já se podia constatar três artes: o canto, a dança e a atuação. Nesse caso, à frente vinha o Corifeu - de onde surge a palavra Coro - vestido com pele de bode, e todo o resto do grupo respondia ao ditirambo, atuando como um verdadeiro balé litúrgico, numa fusão do trágico e do cômico.
E assim constituiu-se a Tragédia: o ator e o coro se respondem cantando, em seguida, o ator fala e o coro canta, e posteriormente o ator dialoga com o Corifeu, representante do coro. Vale salientar que nesse momento embrionário da Tragédia não havia atos nem intervalos, sendo a mesma composta de partes dialogadas e partes faladas.
Poderíamos fazer aqui uma relação com o Círio de Nazaré, quando todos os anos, numa determinada época, o povo se reúne para louvar a sua Santa (deusa) Virgem de Nazaré, neste caso, com características próprias de uma cultura contemporânea de início do século XXI. É interessante saber que apesar da distância cronológica, momentos semelhantes existem entre essas duas manifestações religiosas, como por exemplo: o vigário tomando o lugar do Corifeu, quando diz uma estrofe de uma oração, e o povo respondendo conseqüentemente, representando o coro.
Os três grandes trágicos gregos foram: Ésquilo, Sófocles e Eurípedes. Théspis foi o criador do teatro ambulante, o qual conhecemos hoje como teatro mambembe, mas infelizmente todos os seus textos se perderam. Também foi ele quem inventou as máscaras. Representava seus papéis trágicos inicialmente pintando o rosto com matéria-prima da época, depois cobrindo o rosto com folhas de árvores, em seguida introduziu o uso de verdadeiras máscaras.
Chegou um momento em que o Estado tomou para si a organização do teatro na Antiga Grécia, onde instituiu concursos entre os poetas dramáticos - mais conhecidos atualmente como dramaturgos - contudo, este intento objetivava não somente divertir a população, mas por outro lado, servia também como um meio de propaganda política e ideológica, visto que na época “os tiranos empregam a arte não só como meio de adquirir glória y como instrumento de propaganda, mas também como ópio para aturdir seus súditos”, Hauser (1968). Em conseqüência, o povo imediatamente acolheu essa forma artística, que se tornou milenar no momento atual da história do homem.
Autor: Romualdo Rodrigues Palhano
PDA CARNAÚBA REALIZA MOSTRA CULTURAL
O pda carnaúba mais uma vez promove um evento de incentivo aos artistas janduienses,foi realizado entre os dias 16,17 e 18 de setembro a mostra cultural de janduis, em parceria com a casa de cultura popular vapor das artes o evento contou com uma programação recheada de atrações e diversidades.Na ocasião estiveram presentes grupos de teatro de rua,capoeira,músicos,artistas plásticos e mestres populares com o objetivo de socializar suas experiências artisticas,culturais,politicas e comunitárias desenvolvidos através de uma experiência coletiva de mobilização e organização social.A mostra cultural foi avaliada pela classse artistica como bastante produtiva,ficando a expectativa da realização de mais edições nos próximos anos,fica aqui expresso os parabéns do grupo balai de artes a toda equipe do pda carnaúba.
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artistas durante a mostra cultural
Balai de Artes : arte como identidade

O grupo de teatro criançarte nasce com objetivo de expandir ainda mais a cultura popular deste municipio abençoado pelas artes,surgido através das comemorações alusivas a semana da criança em outubro de 2006 evento promovido pelo pda carnaúba,o grupo se consolidou e enraizou nos movimentos populares de janduis,no seu curriculo de espetaculos apresenta-se os textos: ''A menina enterrada viva''.''A favor da vida,contra a pena de morte''.''O compadre da morte''. quadros de palhaços e futuramente o grupo planeja um espetáculo afro.O balai de artes tem como coordenadora a artista Célia lima.uma artista completa que tem dado muito força e renovação ao grupo.com pouco mais de dois anos o balai já participou de grandes eventos do setor cultural como dos escambos popular de rua realizados em Icapui Ce e Umarizal Rn.O balai de artes tem a cultura popular de janduis como identidade,aquela cultura feita de modo simples contando com os recursos que a nossa comunidade tem condições de nos proporcionar e sempre com muita força de vontade e dedicação vamos levando em frente a grande batalha contra os que desejam abolir o modo popular de fazer teatro,queremos o teatro de rua se expandindo por todas as partes desse imenso brasil sendo praticados por todas as classes socias.
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